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quarta-feira, 16 de março de 2011

Jonas vai escrever nova música para Taylor Swift *o*


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Taylor Swift fez de seu novo disco - "Speak Now" - um diário pessoal, onde canta para amores que não deram certo e até para Kanye West. Agora, é ela que vai ganhar um tipo de "homenagem", já que o ex-namorado, Joe Jonas, está se inspirando no fim do relacionamento para criar suas novas composições. As faixas devem estar presentes no primeiro disco solo do cantor, a ser lançado ainda este ano. 
O fim do namoro entre os dois artistas aconteceu em 2008, por telefone. A experiência deu origem à música 'Forever and Always', de Taylor. 

TESTE DE APTIDOES ESPECIFICAS – DAT.

O DAT possui duas formas, A e B. No Brasil foi publicada apenas a forma A. Elas foram desenvolvidas em 1947, tendo como objetivo fornecer um procedimento de medida das aptidões de sujeitos entre o grade 8 e 12 para fins educacionais e de orientação profissional.
O DAT foi revisto e repadronizado em 1962 (Formas L e M), em 1972 (Formas S e T), em 1980 (Formas V e VV) e em 1990 (Forma C). Essas formas, porém, ainda não estão disponíveis no Brasil.
- Conceito de Aptidão: condição ou conjunto de características indicativas da capacidade de um indivíduo para adquirir algum conhecimento específico, habilidade ou conjunto de respostas. Grosso modo, é a capacidade de aprender. Será sempre o resultado da interação entre a hereditariedade (potencialidade) e o meio (aprendizagem).
Portanto, um teste de aptidão tem como objetivo indicar a habilidade potencial de uma pessoa na realização de certo tipo especializado de atividade, dentro de um intervalo restrito de grau.
- Origens e Objetivos: Existem duas principais teorias de organização de traços: a teoria bifatorial a teoria multifatorial. A primeira (Spearman) sustenta que existe um fator geral (G) comum a todas as atividades intelectuais, e fatores específicos (e), próprios de cada atividade. A segunda (Thurstone) não admite um fator geral defende a existência de fatores primários de aptidões primárias como compreensão verbal, fluência verbal, raciocínio numérico etc. Fruto dos primeiros trabalhos de Thurstone está o DAT, um dos melhores sistemas de medida de aptidões múltiplas para uso geral, por consistir numa bateria de testes devidamente integrados entre si, e com normas de interpretação em cada teste, baseados no mesmo grupo. O DAT abrange numerosos campos de ocupação, devendo concentrar-se em alguns fatores grupais amplos, cada um dos quais é comum a muitos trabalhos. Suavalidade, no entanto, é estabelecida principalmente em função de critérios acadêmicos. Nisso, se diferencia das baterias de aptidões múltiplas para planos específicos que se caracterizam por seremválidas principalmente em função de critérios de ocupação, e por se destinarem a campos profissionais limitados. O 1° passo na construção do DAT foi decidir quais as aptidões deveriam ser medidas. Os testes deveriam ser instrumentos práticos e eficientes de prognósticos de êxito escolar e profissional e foram escolhidos mediante dados concretos e experimentais. Embora os autores tenham sido guiados na escolha dos testes pelos resultados obtidos pela pesquisa fatorial, não se utilizaram desta na construção do DAT. Em vez de buscar pureza fatorial, incluíram testes que poderiam ser fatorialmente complexos, desde que representassem áreas vocacionais ou educacionais bem reconhecidas, e que dessem resultados significativos e facilmente interpretáveis. Como foram encontradas diferenças entre os sexos em alguns testes, foram estabelecidas normas separadas para cada sexo entre os Grade 8 e 12. Percentis para os escores brutos foram estabelecidos para cada grupo de idade e série em cada teste.

Introdução - Psicologia da Educação - Presentation Transcript


  • Profª. Drª. Andréa Forgiarini Cechin Universidade Federal de Santa Maria     afcechin@gmail.com

  • 1 ­ ORIGENS DA PSICOLOGIA Até o final do século XIX a Psicologia não existia como disciplina específica. emergiu de duas tradições: a filosofia e as ciências naturais. Os  filósofos  sempre  estiveram  O  sucesso  dessas  ciências  em  interessados  em  compreender  o  desenvolver  experimentos  para  significado  da  experiência  humana  e  desenvolver  explicações  baseadas  muitos  conceitos  básicos  da  no  princípio  da  causalidade  Psicologia  têm  sua  origem  na  levaram  a  Psicologia  a  fazer  o  Filosofia. mesmo. Enquanto  os  filósofos  do  século  XIX  preparavam  o  caminho  para  a  abordagem  experimental  do  funcionamento  da  mente,  os  fisiologistas  buscavam  as  mesmas  respostas  a  partir  de  outro  enfoque  procurando  compreender  os  mecanismos  corporais que estão na base dos processos mentais. No início, a Psicologia procurou conciliar os pontos conflitantes de cada uma dessas  abordagens. Com o tempo, porém, a Psicologia alcança identidade própria.    

  • 2 – HISTÓRIA DA PSICOLOGIA O  primeiro  indício  de  um  campo  distinto  de  pesquisa  conhecido  como  Psicologia foi a adoção do método científico como um recurso para tentar  resolver  problemas  psicológicos.  Durante  esse  período,  manifestaram­se  diversas indicações formais de que essa ciência começava a florescer: 1879 – Wilhelm Wundt implanta o primeiro laboratório de Psicologia do mundo. 1881 – Wundt funda a primeira revista de Psicologia dedicada principalmente a  relatos experimentais. 1887 – Stanley Hall funda o American Journal of Psychology, primeira revista  de Psicologia publicada nos Estados Unidos. 1892  –  Foi  fundada  a  Associação  Psicológica  Americana  (APA)  –  primeira  organização científica e profissional de psicólogos. 1908 – O psicólogo William McDougall definiu a Psicologia, pela primeira vez,  como “ciência do comportamento”.     

  • O que caracteriza uma ciência?  Objeto de estudo específico Utilização do método científico proporciona diretrizes lógicas para avaliar a evidência e  técnicas elaboradas para verificar seus princípios A Ciência (do latim scientia, conhecimento) é o  conjunto de informações sobre a realidade acumuladas  pelas várias gerações de investigadores depois de  devidamente validadas pelo método científico. Também  se designa ciência o processo de recolher e validar  informações sobre a realidade.    

  • CONCEITO DE PSICOLOGIA  Origem grega LOGOS + PSIQUE= estudo acerca da alma ou espírito  Ciência que estuda o comportamento e os processos mentais. Temas  de  interesse:  o  desenvolvimento,  as  bases  fisiológicas  do  comportamento,  a  aprendizagem,  a  percepção,  a  memória,  o  pensamento,  a  linguagem,  a  motivação,  a  emoção,  a  inteligência,  a  personalidade,  o  comportamento  anormal  e  seu  tratamento,  as  influências sociais e o comportamento social.    

  • SUB­CAMPOS DA PSICOLOGIA PSICOLOGIA GERAL Busca  determinar  o  objeto,  os  métodos,  os  princípios  gerais  e  as  ramificações da ciência. PSICOLOGIA FISIOLÓGICA Investiga  o  papel  que  eventos  e  estruturas  fisiológicas  desempenham  no  comportamento. PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Estuda o desenvolvimento ontogenético, isto é, as mudanças que ocorrem no  ciclo vital de um indivíduo. PSICOLOGIA JURÍDICA Aplica os conhecimentos da Psicologia no campo do Direito.    

  • PSICOLOGIA ANIMAL OU COMPARADA Estuda  o  comportamento  animal  com  objetivo  de,  comparando­o  ao  ser  humano,  melhor  compreendê­lo  e,  também,  busca  a  compreensão  do  comportamento animal em si. PSICOLOGIA SOCIAL Investiga  todas  as  situações  em  que  a  conduta  humana  é  influenciada  e  influencia a de outras pessoas e grupos. PSICOLOGIA DIFERENCIAL Busca  estabelecer  as  diferenças  entre  os  indivíduos  em  termos  de  idade,  classe  social,  raças,  capacidades,  sexo...  Suas  causas  e  efeitos  sobre  o  comportamento, além de procurar criar e aperfeiçoar técnicas de mensuração  das variáveis consideradas.    

  • PSICOPATOLOGIA Preocupa­se com o comportamento anormal: psicoses, neuroses. PSICOLOGIA APLICADA AO TRABALHO Através  de  informações  psicológicas  é  possível  viabilizar  uma  maior  rendimento no trabalho. PSICOLOGIA APLICADA À MEDICINA Auxilia os profissionais da saúde em suas tarefas de diagnóstico, tratamento  e prevenção de doenças.    

  • 3 – FUNÇÕES E FINALIDADES DA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO A  Psicologia  da  Educação  se  concentra  no  estudo  psicológico  dos  problemas  cotidianos  da  educação,  dos  quais  se  derivam  princípios,  modelos,  teorias,  procedimentos de ensino e métodos práticos de instrução e avaliação, bem como  métodos  de  pesquisa  apropriados  para  estudar  o  pensamento  e  os  processos  afetivos  dos  estudantes  e  os  processos  cultural  e  socialmente  complexos  das  escolas. Em resumo: A  Psicologia  da  Educação  estuda  os  processos  de  ensino  e  aprendizagem;  aplica  os  métodos  e  teorias  da  Psicologia  e  também  têm  seus  próprios  métodos e teorias.    

  • 4 – ESCOLAS DE PENSAMENTO: marco de desenvolvimento da  Psicologia Moderna O termo escola de pensamento refere­se a um grupo de psicólogos que  se  associam  ideológica  e,  às  vezes,  geograficamente  ao  líder  de  um  movimento.  Geralmente os membros de uma escola trabalham em problemas comuns  e compartilham uma orientação teórica ou sistemática.  No  curso  da  história  da  Psicologia,  desenvolveram­se  diferentes  escolas  de  pensamento,  sendo  cada  qual  um  protesto  efetivo  contra  o  que  a  precedia.  Cada  posição  procura  deixar  bem  claro  o  que  não  é  e  como  difere do sistema teórico antigo.     

  • ESTRUTURALISMO O Estruturalismo é uma modalidade de pensar e um método de análise praticado  nas ciências do século XX, especialmente nas áreas das humanidades. De  um  modo  geral,  o  estruturalismo  procura  explorar  as  inter­relações  (as  "estruturas")  através  das  quais  o  significado  é  produzido  dentro de uma cultura.  O  estruturalismo  define  a  psicologia  como  ciência  da  consciência  ou  da  mente,  definição  herdada  de  Wundt.  Mostra­nos  que  a  mente  seria a soma dos processos mentais.  O  alemão  Wilhelm  Wundt  foi  o  primeiro  psicólogo  a  tornar  a  Psicologia  autônoma  em  relação à Filosofia.  Wilhelm Maximilian Wundt (1832 ­ 1920)    

  • Wundt  (1832­1920) e  seus colegas  eram  chamados  estruturalistas  porque  declaravam  que  as  complexas  experiências  da  mente  eram  verdadeiras  “estruturas”  construídas  a  partir  de  estados mentais simples.  Trabalhavam  sob  a  premissa  de  que  o  primeiro  trabalho  dos  psicólogos  era  explorar  a  “estrutura”  da  consciência  e  Wundt com colegas desenvolver as leis de sua formação. Edward  Titchener  afirmava  que  cada  totalidade  psicológica  compõe­se de elementos. O objetivo da psicologia seria a tarefa  de  descobrir  quais  são  os  elementos  mentais,  o  conteúdo  e  a  maneira pela qual se estrutura.   Titchener  afirma  que,  embora  o  sistema  nervoso  não  seja  a  causa da mente, pode ser usado para explicá­la.    Edward Titchener   

  • Titchener considera que os elementos ou as unidades que compõem o conteúdo da  mente são as sensações, as imagens, as afeições e os sentimentos.  A primeira abordagem por eles adotada foi a análise introspectiva ou  introspeccionismo (“olhar para dentro”). Usa­se a introspecção para chegar a eles, através de uma  observação treinada e preparada para garantir os dois pontos  essenciais de toda a observação: a atenção e o registro do  fenômeno.     

  • FUNCIONALISMO Surgiu  aproximadamente  20  anos  depois  do  Estruturalismo.  A  escola  era  formada  por  psicólogos  que  estavam  descontentes  com  a  ênfase estruturalista dos estados mentais. Em  vez  de  perguntar  “O  que  é  consciência?”  como  faziam  os  estruturalistas,  eles  perguntavam: Willian James  “Para que serve a consciência?”. Considera  que  o  objetivo  da  Psicologia  é  o  ajustamento  do  organismo  às  demandas  do  meio  que  vive.  A  Psicologia  deve  estudar  as  funções  adaptativas do comportamento e dos processos mentais, e não somente sua  estrutura e composição.     

  • O  principal  interesse  desta  corrente  teórica  residia  na  utilidade  dos  processos  mentais  para  o  organismo,  nas  suas  constantes  tentativas  de  se  adaptar  ao  meio.  O  ambiente  é  um  dos  fatores  mais  importantes  no  desenvolvimento.  James Rowland  Angell Eram chamados funcionalistas porque pretendiam estudar o modo como  os  indivíduos  usavam  a  experiência  mental  no  ajustamento  ao  meio.  Os  funcionalistas  queriam  saber  como  a  mente  funcionava,  e não  como  era  estruturada.  Autores  de  destaque:  Willian  James,  James  R  Angell.  Procuravam  concentrar seus esforços no processo de aprendizagem.    

  • BEHAVIORISMO John  Watson  (1878  ­  1958),  considerado  pai  do  Behaviorismo  fazia  a  seguinte crítica contra o estruturalismo e o funcionalismo: Os fatos da consciência não podiam ser testados  e  reproduzidos  por  todos  os  observadores  treinados,  pois  dependiam  das  impressões  e  idiossincrasias de cada pessoa. Watson tinha por objetivo fazer da psicologia uma  ciência  respeitável  como  as  ciências  físicas.  Sentiu  que  os  psicólogos  deviam  estudar  comportamentos observáveis e adotar métodos  objetivos.     John Watson

  • Os primeiros comportamentalistas aceitavam as seguintes teses: 1  ­  Os  psicólogos  devem  estudar  os  eventos  ambientais  (estímulos)  e  o  comportamento observável (respostas). 2  ­  A  experiência  é  uma  influência  mais  importante  no  comportamento,  nas  aptidões e nos traços do que a hereditariedade.  3 ­ A introspecção deve ser abandonada em benefício de métodos objetivos  (ou seja, experimentação, observação e testes). 4 ­ Os psicólogos devem visar à descrição, explicação, predição e controle do  comportamento. 5 ­ O comportamento de animais inferiores deve ser investigado (juntamente  com  o  comportamento  humano),  pois  os  organismos  simples  são  mais  fáceis de estudar e compreender do que os complexos.    

  • GESTALT O termo Gestalt em alemão significa forma, padrão,  estrutura. Enquanto  o  comportamentalismo  florescia  na  América,  a  psicologia  da  Gestalt  crescia  na  Alemanha. A  psicologia  da  Gestalt  surgiu  em  parte  como  protesto  contra  o  estruturalismo,  sobretudo  contra  a  prática  de  se  reduzir  experiências  complexas a elementos simples. Os psicólogos da Gestalt acreditavam que as experiências traziam consigo  uma característica de totalidade ou de estrutura.    

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  • Quantos rostos você enxerga?            

  • O  que  nós  vemos  e  percebemos  está  relacionado  com  a  totalidade  do  campo de observação. O padrão global de uma experiência é mais importante  do  que  suas  partes  na  determinação  do  significado  e  mesmo em sua aparência. Kurt Lewin Líderes: Kurt Lewin, Wolfgang Kohler, Kurt Koffka  e Max Wertheimer.    

  • PSICANÁLISE Sob  a  liderança  de  Sigmund  Freud  (1856  ­  1939),  os  psicanalistas  procuraram  enfatizar  os  processos mentais inconscientes. Freud  ignorou  os  problemas  da  consciência  e  direcionou  seus  esforços  na  compreensão  e  descrição  do  que  chamou  de    “O  INCONSCIENTE”.  Sigmund Freud  Defendia que este era a primeira fonte de conflito e desordens  mentais  e  que  era  impossível  estudá­lo  pelos  métodos  correntes de introspecção ou experimentação laboratorial.    

  • Para  estudar  esses  fenômenos,  Freud  desenvolveu  a  técnica  da  psicanálise,  baseada  na  interpretação  das  “livres  associações  do  pensamento” e na análise dos sonhos dos pacientes. O  surgimento  da  psicanálise  representou  uma  ruptura  radical,  tanto  no  conteúdo quanto no método. Ao  longo  dos  anos,  a  abordagem  psicanalítica  teve  uma  carreira  tormentosa,  com  muitas  modificações,  reunindo  tanto  adeptos  quanto    desertores.  
  • EXISTE ALTA EM PSICOTERAPIA ?

    Na perspectiva da Psicologia Formativa empregamos o termo FINALIZAÇÃO, pois a ALTA além fazer parte de um legado médico segue um pressuposto de cura ou em "corrigir alguém".

    Assim procuramos reorganizar a linguagem para uma forma mais coerente com a visão formativa, vez que o objetivo da psicoterapia está, essencialmente, na organização de novas formas de existir.

    Todo processo psicoterápico possui começo, meio e fim. Contudo, não retrata o fim de um processo, mas o fim de um trabalho psicoterapêutico, já que o processo interno/pessoal é ad eternum.

    Às vezes, as pessoas têm dificuldades em formar um final e o fechamento do trabalho pode ser pela briga ou rompimento. Porém, o fim da psicoterapia não significa rompimento da relação, nem abandono, mas um estágio final em que a relação de ajuda não mais se apresenta como algo essencial.

    Em outras palavras, quando ambos - cliente e psicoterapeuta - percebem a existência de um poder de autogerenciamento que o cliente organizou para si mesmo.

    A finalização pode ser considerada como uma transição entre dois momentos: da necessidade de ajuda para o reconhecimento de que pode seguir em frente, tendo a certeza de poder contar com o profissional quando quiser.

    É uma transição gradativa, cujo foco está no reconhecimento das conquistas obtidas pelo cliente e no seu compromisso com o futuro que está formando.

    » Uma linda história de amor! Escrito por: Tatiane

    Eu nem acredito que estou aqui contando a minha história a todos vocês, pois é uma alegria muito grande demonstrar tudo o que sinto.
    Eu era uma menina desiludida com a vida, tinha um namorado que só me fazia sofrer e chorar todos os dias, com ele não tinha alegria nenhum, pois ele era um grosso e me tratava muito mal.

    Terminei o colegial, então decidi fazer faculdade, entrei no curso de direito, e conheci uma menina super legal, que logo ficamos amigas, amigas inseparáveis. Na terceira semana de aula ela me apresentou seu primo, na hora não vi interesse nenhum nele, inclusive eu ainda estava namorando.
    O tempo foi se passando e eu fui pegando mais amizade com ele, conversava todos os dias, ele me dava conselhos de um monte de coisas.

    Um dia saímos da faculdade para assistir jogo em um bar, nesse dia ele me disse que estava apaixonado por mim, mais que além de eu ter namorado, ele também namorava...falou que não conseguia parar de pensar em mim, e mais aqueles papos de garotos quando estão afim...

    Na hora nem liguei, falei que não tinha como a gente ficar, por que ambos namorávamos. Ele disse que só queria que eu soubesse, mais nada. Disse que tudo bem, então fomos embora pra faculdade novamente, quando fui descer do carro e dar um beijo no rosto dele, ele me deu um selinho, na hora eu tremia demais, não sabia o que fazer, mais me segurei e desci do carro.

    Fui embora pra minha casa, e aquilo ficou na minha cabeça, mais logo sumiu.

    Na semana seguinte combinamos de ir ao cinema, uma galera, o meu namorado estava viajando. Então fomos e ele levou a namorada. Aquele dia foi horrível pra mim, eu fiquei muito mal, e ele também, ficou numa situação super chata, que não sabia o que fazer. Não conversamos nesse dia, nada!

    Chegou segunda- feira e eu fui pra faculdade, ele chegou em mim, pediu desculpas por ter levado a namorada, mais ela que tinha insistido pra ir junto conosco. Falei que ele não devia satisfações pra mim, que foi certo levá- la, pois ela era nada mais, nada menos do que namorada dele. Ele virou pra mim e disse : Eu já te falei que estou apaixonado por vc, e terminei meu namoro ontem pra ficar com vc, resolva a sua vida agora se quer ficar comigo.

    Eu fiquei muito feliz por ele ter me dito aquilo, mais ao mesmo tempo muito confusa, porque não sabia o que fazer.

    Cheguei na minha casa, e fui logo terminar o namoro de 2 anos. Agi completamente pela emoção, mais uma emoção que tomava conta de mim, eu estava completamente cega por aquele garoto.
    Passaram- se alguns dias, e eu fiquei com ele, aquele pra mim foi um momento mágico, me senti realizada. Pensei que minha mudaria naquele instante. Mais eu estava completamente equivocada, pois eu amava ele, e ele só queria ficar comigo, dizia que era novo e estava na fase da curtição. Então fui ficando com ele, mais aquilo me matava por dentro, quando ele saia sozinho pras festas com os amigos, e ficava com várias meninas! 

    Sempre paciente, eu esperei...esperei o momento dele chegar, e hoje sou a mulher mais feliz do mundo, estamos namorado, quase casados...rsrs


    Eu posso dizer que encontrei minha alma gêmea!!!!

    ROMEU E JULIETA

    Romeu e Julieta é a história romântica mais famosa do mundo. Aqui passo a descrever brevemente os acontecimentos mais importantes da peça. Romeu está apaixonado por Rosalinda, da casa dos Capuleto (inimigos mortais da sua própria casa, os Montecchio). Os amigos de Romeu convencem-no a ir a uma festa, para a qual eles não foram convidados, na casa dos Capuleto numa tentativa de animá-lo e fazer com que ele pare de pensar na Rosalinda. Em vez de parar de falar e pensar no seu amor, Romeu apaixona-se por outra na festa, mas como a festa era um baile de máscaras, ele não consegue descobrir quem é o objecto do seu amor até mais tarde, quando descobre que ela é Julieta Capuleto, filha do maior inimigo da sua própria casa. Julieta também se apaixona por Romeu e estes correspondem-se com a conivência da ama. 
    Quando os dois decidem casar-se em segredo, Frei Lourenço concorda em ajudá-los pois acredita que um casamento pode vir a acabar com o ódio entre as duas casas. Contudo, Romeu e Teobaldo (primo de Julieta) envolvem-se numa luta onde Mercúrio (melhor amigo de Romeu) é ferido mortalmente por Teobaldo que por sua vez é morto por Romeu. 
    Romeu é agora considerado um criminoso e é obrigado a fugir de Verona. Enquanto Romeu está longe, Julieta é obrigada a casar-se com o seu prometido Páris. Esta pede ajuda a Frei Lourenço que lhe dá uma poção que vai fazer parecer que ela está morta na manhã do seu casamento, enquanto isso, envia um mensageiro para Romeu para que este esteja a par do plano. A mensagem da morte de Julieta chega a Romeu antes da mensagem de Frei Lourenço e este regressa a Verona para morrer ao lado de sua amada Julieta. 
    Romeu compra um veneno potente a um boticário e toma-o ao lado do corpo de Julieta, justo nesse momento, Julieta acorda, dando-se conta do ocorrido, mata-se também.

    E O QUE É ANÁLISE?

    É um termo empregado para designar uma relação de ajuda fundamentada em uma escola ou linha da psicologia que é a PSICANÁLISE.

    Outras escolas, tão importantes quanto esta, não utilizam esta terminologia, apesar de ser muito comum as pessoas usarem.